segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Filosofia da Religião, o que é?

Ao refletirmos sobre a religião, suas concepções e particularidades, suas relações com o entremeio social, entre outros, notamos sua fundamental importância para a própria estruturação da sociedade, seja analisando períodos atuais ou antigas civilizações. Porém passa muitas vezes despercebido à nossa análise a seguinte questão:
Como teria surgido a religião? Com quais objetivos ela iniciou-se? A partir de qual momento? Sem dúvidas são questões um tanto quanto complexas para respondermos de imediato, sem a devida cautela, imprescindível para questão. É partindo desses questionamentos que faremos uma breve análise da religião, desde seus primórdios, até os tempos modernos, e como a mesma chegou até os dias de hoje, em suas diferentes formas, crenças e rituais....

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Na Graça o Blog: Pensamentos a respeito da Idolatria

Na Graça o Blog: Pensamentos a respeito da Idolatria: O texto que escrevo abaixo não se trata de tratado teológico, nem filosófico, é somente um rascunho de ideias para refletirmos acerca da ...

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Na Graça o Blog: A guerra a tudo o que é divino

Na Graça o Blog: A guerra a tudo o que é divino: Fato significativo: Marx, em plena mocidade, imprimiu tese doutoral rotulada  Diferença Entre a Filosofia da Natureza em Demócrito e Epic...

domingo, 22 de setembro de 2013

Ariovaldo Ramos analisa embate entre Marco Feliciano e ativistas gays: “Ser humano tem direito de protestar contra o que não concorda”


O pastor Ariovaldo Ramos, líder da Comunidade Cristã Reformada de São Paulo, publicou em seu blog um texto com reflexões sobre o embate realizado entre ativistas gays e partidários do pastor Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
Para Ariovaldo Ramos, discordar de frases ou posturas do pastor Feliciano não significa estar à favor da militância homossexual: “Fui advertido de que nesse momento, que estamos vivendo na Igreja evangélica brasileira, discordar do presidente do CDHM, em exercício, é concordar com o movimento GLBTS, e vice versa. Discordo! Eu respeito o irmão e oro por ele, mas, discordo da forma como o deputado está conduzindo o mandato que recebeu de seus eleitores”, pontuou o pastor.
Ramos concorda com as afirmações de que as reivindicações feitas pelos ativistas gays são uma busca por privilégios: “Eu respeito os seres humanos que optaram pela homossexualidade, mas, entendo que os direitos que estão a reivindicar já estão contemplados nos direitos da pessoa humana, cobertos por nossa constituição, e que o que passa disso constitui reclamos por privilégios, o que não é passível de ser concedido numa democracia, sob pena de contradizê-la”, opina o pastor.
A compreensão de que todos tem liberdade de fazer escolhas não impede, segundo Ramos, de observar que o desejo de instituir como casamento a união entre duas pessoas do mesmo sexo é contraditório.
“Discordo que seja possível transformar uma união voluntária de duas pessoas do mesmo sexo, a partir de opção comum e particular, em casamento, pois isso insinua haver um terceiro gênero na humanidade, o que não se explicita na constituição do ser humano. Assim como não entendo que a conjunção da maternidade e da paternidade, necessária para um desenvolvimento funcional do infante humano, seja substituível por mera boa vontade”, observa, lembrando que os casais homossexuais devem ter direito à preservação de seus patrimônios como qualquer cidadão.
 A discordância em relação a Marco Feliciano fica evidenciada em suas colocações de teor teológico, em especial às declarações envolvendo os músicos da banda Mamonas Assassinas e o vocalista dos Beatles, John Lennon.
“Discordo do pregador, quando diz que Deus matou John Lennon ou aos Mamonas Assassinas, por terem desacatado o Altíssimo, como se o pecado humano não o fizesse desde sempre. A Trindade matou a todos os que a desacatam, em todo o tempo, no sacrifício do Filho, manifesto por Jesus de Nazaré (1Pe 1.18-20), na Cruz do Calvário, oferecendo a todos o perdão e a ressurreição”, contextualiza Ramos, que emenda sua oposição ao pensamento de Feliciano também em relação aCaetano Veloso: “Discordo do pregador quando afirma que o sucesso de um artista, a quem Deus, por sua graça, cumulou de talentos, como Caetano Veloso, só se explique por ter feito pacto com o diabo. Como se ao adversário de nossas almas interessasse qualquer manifestação do Belo”.
O texto de Ariovaldo é repleto de ponderações sobre os vários lados da questão trazida à tona com as manifestações feitas por ativistas gays contra o pastor Marco Feliciano. Pelo lado do direito de fé e crença, Ramos afirma que a oposição no campo das ideias deve se manter apenas no debate.
“Reconheço a qualquer ser humano o direito de protestar contra o que não concorda, mas, nunca em detrimento do direito do outro, o que inclui o direito ao culto. Uma coisa é discordar do político outra coisa é cercear o direito do religioso, e de quem o convide para participar de um culto da fé que pratica. Uma coisa é denunciar o político por suas posturas, outra, e inadmissível, é atentar contra a integridade física ou emocional dele e dos seus”, critica o pastor, referindo-se aos protestos mais exaltados realizados contra Feliciano em frente aos templos da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento.
Em resumo, Ariovaldo afirma que nem na sociedade, nem dentro das igrejas deve haver mordaças: “Não admito, contudo, como cristão, ser sequestrado no direito de discordar, ou ser tratado como se fosse refém das circunstâncias, sejam elas quais forem. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5.1)”, escreveu o pastor.
Confira a íntegra do artigo “Pelo direito de discordar”, de Ariovaldo Ramos:
Fui advertido de que nesse momento, que estamos vivendo na Igreja evangélica brasileira, discordar do Presidente do CDHM, em exercício, é concordar com o movimento GLBTS, e vice versa.
Discordo!
Eu respeito o irmão e oro por ele, mas, discordo da forma como o Deputado está conduzindo o mandato que recebeu de seus eleitores.
Eu respeito os seres humanos que optaram pela homossexualidade, mas, entendo que os direitos que estão a reivindicar já estão contemplados nos direitos da pessoa humana, cobertos por nossa constituição, e que o que passa disso constitui reclamos por privilégios, o que não é passível de ser concedido numa democracia, sob pena de contradize-la.
Eu respeito o direito das uniões homossexuais terem garantida, pelo Estado, a preservação do patrimônio,  por eles construídos, quando da separação ou do falecimento de um dos membros da união. Entretanto, discordo que seja possível transformar uma união voluntária de duas pessoas do mesmo sexo, a partir de opção comum e particular, em casamento, pois isso insinua haver um terceiro gênero na humanidade, o que não se explicita na constituição do ser humano. Assim como não entendo que a conjunção da  maternidade e da paternidade, necessária para um desenvolvimento funcional do infante humano, seja substituível por mera boa vontade.
Eu respeito e exerço direito de pregar o que se crê, mas discordo do pregador, quando diz que Deus matou John Lennon ou aos Mamonas Assassinas, por terem desacatado o Altíssimo, como se o pecado humano não o fizesse desde sempre. A Trindade matou a todos os que a desacatam, em todo o tempo, no sacrifício do Filho, manifesto por Jesus de Nazaré (1Pe 1.18-20), na Cruz do Calvário, oferecendo a todos o perdão e a ressurreição.
Eu respeito o direito de ter religião e o reivindico sempre, mas, discordo de tachar como agentes do inferno quem não concorda com o que penso, como se Deus, por sua graça, não estivesse, desde sempre, cuidando que a raça humana não sucumbisse à rebeldia inerente à sua natureza, o que explica o triunfo do bem frente a maldade explícita. Por isso discordo do pregador quando afirma que o sucesso de um artista, a quem Deus, por sua graça, cumulou de talentos, como Caetano Veloso, só se explique por ter feito pacto com o diabo. Como se ao adversário de nossas almas interessasse qualquer manifestação do Belo.
Eu respeito e pratico o direito ao livre exame das Escrituras Sagradas, conquistado pela Reforma Protestante, e, por isso, enquanto respeito o direito do teólogo expressar suas conclusões, discordo do teólogo quando suas considerações sobre o significado de profecias do texto que amo e reverencio, não corresponderem ao que entendo ser uma conclusão pautada pelas regras da interpretação bíblica,  assim como, no meu parecer, ferirem a uma das maiores revelações desse Livro dos livros: Deus é Pai de todos, está em todos e age por meio de todos (Ef 4.6).
Reconheço a qualquer ser humano o direito de protestar contra o que não concorda, mas, nunca em detrimento do direito do outro, o que inclui o direito ao culto. Uma coisa é discordar do político outra coisa é cercear o direito do religioso, e de quem o convide para participar de um culto da fé que pratica. Uma coisa é denunciar o político por suas posturas, outra, e inadmissível, é atentar contra a integridade física ou emocional dele e dos seus.
Não admito, contudo, como cristão, ser sequestrado no direito de discordar, ou ser tratado como se fosse refém das circunstâncias, sejam elas quais forem. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5.1).
Lamento que haja, entre os cristãos, quem trate a nossa fé como se fosse frágil e necessitada de proteção. Nossa fé foi preponderante na construção do Ocidente, e resistiu às mais atrozes perseguições.
Nós sempre propugnamos pela liberdade. Nós impusemos a Carta Magna ao Principe John, na Inglaterra; construímos o Estado Laico na revolução americana, quando, numa nação majoritariamente cristã, todas as confissões religiosas foram tidas como de direito. Nós lutamos entre nós pelo fim da escravidão, seja na guerra da Secessão, seja por meio de Wilberforce, premier Inglês, e de tantos outros movimentos. Nós denunciamos e enfrentamos os que entre nós quiseram fazer uso da nossa fé para legitimar a opressão. Os maiores movimentos libertários nasceram em solo cristão, e mesmo quando renegavam ao que críamos, não havia como não reconhecer a nossa contribuição à emancipação humana.
Nós construímos uma sociedade de direitos, lutamos por e reconhecemos direitos civis, e não podemos abrir mão disso; não podemos abrir mão da civilização que ajudamos a construir e a solidificar, onde mulheres, homens e crianças são protegidos em sua integridade e garantidos em seus direitos. Na democracia que ajudamos a reinventar, onde cada ser humano vale um voto, tudo pode e deve ser discutido segundo as regras da civilidade.
Nossa fé foi construída por gente que foi a toda luta que entendeu justa, pondo em risco a própria vida, e por mártires, por gente que se recusou a matar, por gente que não capitulou diante do assassínio, pois nós cremos que Deus é amor, e que o amor de Deus é mais forte do que a morte (Rm 8.38). E por amor a Deus e ao seu Cristo lutamos pela unidade e pela liberdade da humanidade.

Fonte: Gospel +

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Na Graça: Onde está Deus?

Na Graça: Onde está Deus?: Eis uma pergunta universal e atemporal. “Ninguém jamais viu a Deus” – disse o apóstolo João, sugerindo que Deus não é óbvio. O apóstolo Pa...

quinta-feira, 11 de julho de 2013

FATEOS abre mais um Núcleo Teologico em São Paulo


A FATEOS e igreja assembléia de Deus Plena Comunhão ( A.D.P.C) , pensando no melhor para a obra de Deus, uniram-se  no propósito de formar obreiros que manejam bem a palavra de Deus.
E tem se inicio mais um  um núcleo teológico, localizado na A.D.P.C que fica na Rua Turmalina nº 57 no Jd. Paulistano, o curso é realizado todas as terças-feiras das 19:30 as 21:30 venha participar de uma aula gratis.
para maiores informações com respeito ao nucleo do Jd. Paulistano
ligue (11) 98084-1009 ou uberlanduarte@gmail.com
Para abertura de outros núcleos, contactar o Pr. Altemar Oliveira através do telefone abaixo:
(11)7727-6252, ou no e-mail altemar@fateos.org

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Na Graça: A Teologia do Século XXI

Na Graça: A Teologia do Século XXI: Fazer Teologia no século XXI não tem sido tarefa fácil, devido as grandes facilidades que o mundo moderno oferece, como a secularização, a...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Na Graça: SEMELHANÇAS ENTRE A ÉPOCA DA REFORMA E A IGREJA BR...

Na Graça: SEMELHANÇAS ENTRE A ÉPOCA DA REFORMA E A IGREJA BR...: Sem sombra de dúvidas os dois períodos se caracterizam pela imensa falta de conhecimento da Palavra de Deus.  Na época de  Lutero , não ...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Coisas que não se deve dizer ao pastor após o sermão


Por Mark Altrogge ►

- Uau! Esse foi o melhor cochilo que já dei! 

- Eu sei que você estava pregando em Mateus, mas eu não pude parar de pensar naquelas locustas de Apocalipse. 

- Nada do que você disse aplicou-se a mim, mas meu companheiro de quarto com certeza precisa ouvir o que você disse. 

- Eu amei aquela ilustração – eu não tinha ideia do que você estava ilustrando, mas realmente amei. 

- Você já ouviu a mensagem de John Piper sobre o mesmo texto? Cara, é boa. 

- Eu realmente gostei dos primeiros cinco minutos de sua mensagem, mas tive que sair para fumar um pouco. 

- Eu acho que você queria dizer: “Pai Abraão, manda a Lázaro, que toque a ponta do seu dedo e me refresque a língua”, mas você disse: “Pai Abraão, manda a Lázaro que coloque sua língua em minha boca”. (eu realmente disse isso uma vez acidentalmente) 

- Sabe o que teria deixado a mensagem melhor? Se você tivesse usado algum texto da Escritura. 

- Eu gosto de vir a esta igreja porque o louvor é excelente. As mensagens são boas também. 

- Cara, essa mensagem foi profunda – você se importaria de explicar para mim? 

- Você sabia que você disse “hã..” 93 vezes durante sua mensagem? Eu sei porque estava contando. 

- Eu acho que você queria dizer “hermeticamente” fechado em vez de “hermeneuticamente” fechado, não? (eu disse isso na semana passada)

- Olha aqui um desenho engraçado de você que eu fiz enquanto você estava pregando. 

- A mensagem foi fantástica! Era sobre o que mesmo? 

- Obrigado por se esforçar tanto na mensagem. Eu sei que pregar não é algo muito agradável para você, mas obrigado por nos servir. 

- Você já pensou em fazer alguma coisa além de pregar para viver?

- Você não teve muito tempo de preparar essa semana, né? 

- Eu não ligo para o que meu marido disse, eu gostei da mensagem. 

- Você tem alguém para revisar suas anotações antes de pregar? 

- Essa mensagem foi fantástica. Especialmente, por ser tão curta. 

- Não tenho certeza se fazer um rap durante a mensagem inteira funcionou. 

- Você já pensou em fazer um curso online de pregação? 

- Desculpe por não tirar meu bebê da sala durante sua mensagem. Os gritos dela te distraíram? 

- Ei, quer saber? Todos nós falhamos de vez em quando. 

- Estou realmente feliz que você deixa a gente beber café enquanto está pregando. 

- Você já fez algum daqueles testes de dons espirituais? 

- Acho que sei por que tantas pessoas estão deixando nossa igreja atualmente. 

- Eu realmente estava pensando em ouvir outro pastor falar hoje de manhã, mas você se saiu bem. 

- Obrigado por terminar tão rápido. Eu estava achando que perderia o jogo do Botafogo. 

- Caso você faça essa mensagem de novo, acho que eu deixaria de fora a parte sobre você soltar flatulência. 

- Obrigado por não nos condenar durante a mensagem toda, como você normalmente faz. 

- Eu não recomendaria citar o Hospital da Alma novamente. Precisamos de mensagens com substância…


Traduzido (com adaptações) por Josaías Jr | iPródigo


Fonte: http://www.hospitaldalma.com/2012/11/coisas-que-nao-se-deve-dizer-ao-pastor.html#ixzz2CoGUKFTS

sábado, 29 de setembro de 2012

Pérolas do púlpito contemporâneo





Ciro Zibordi (*)

Cada dia que passa a falta de conteúdo dos pregadores contemporâneos fica mais evidente. Parece que os pregadores modernos inventaram o "jeitinho brasileiro" de pregar, onde vale a lei do menor esforço. Nessa onda de repetição, os pregadores jovens copiam os clichês dos "mega"-pregadores, os super-stars do evangelho, e nem sequer avaliam se o que eles estão dizendo tem embasamento bíblico. Por causa dessa realidade tão patente, o PULPITO está lançando a série "Pérolas do pulpito contemporâneo" -- onde visamos alertar o leitor acerca dos famosos chavões, que apesar de possuirem um forte apelo emocional, não são bíblicos.

Nessa primeira postagem, apresentamos 5 chavões muito comuns nos círculos pentecostais e neo-pentecostais:
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"TEM SAPATO DE FOGO?" .
Pregadores que não se preocupam em expor a Palavra — pois a sua missão é movimentar as massas — se valem de perguntas como esta: "Tem sapato de fogo aí, irmão?" Com muita tristeza assisti a um vídeo em que alguém que já foi considerado, unanimemente, o maior expoente da Assembléia de Deus no Brasil participa de um espetáculo deprimente..

No tal vídeo, o pregador é chamado por um animador de auditório, que, apertando a sua mão, pergunta-lhe: "Pastor fulano, tem sapato de fogo? Tem sapaaato?" E ele balança a cabeça, em sinal de aprovação. Quer saber o que aconteceu? Bastou um sopro — e não um soco — para levá-lo à lona, quer dizer, ao chão...
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Fiquei pensando: Meu Deus, um homem que já foi um referencial para muitos jovens pregadores, um defensor das verdades centrais da fé cristã, alguém que admirei, cujos livros e comentários bíblicos para escola dominical eu li, caído ao chão... E ainda acreditando que está certo. Que Deus nos guarde, e que vigiemos, a fim de que jamais apostatemos da fé.
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"ESSA É UMA GERAÇÃO DE APAIXONADOS"
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Você já notou como os jovens costumam empregar o verbo "adorar" para quase tudo de que gostam, menos em relação a Deus? "Adoro cantar", "Adoro dançar", "Adoro ouvir música", "Adoro chocolate", etc. Mas, quando vão falar do Senhor Jesus, o único de fato digno de adoração, dizem: "Estou apaixonado". Isso ocorre principalmente por influência de cantores-ídolos que "adoram" empregar frases de efeito, como: "Essa é uma geração de apaixonados" ou "Deus não rejeita um coração apaixonado".

Paixão, por definição, é irracional, passageira e não leva em conta princípios. A adoração, ao contrário, é racional (Rm 12.1), verdadeira (Jo 4.23,24) e envolve tudo o que há em nós: espírito, alma e corpo, principalmente o nosso espírito, que é a parte mais profunda de nosso ser (1 Ts 5.23; Lc 1.46,47; Sl 57.7).

Alguém poderá perguntar: "O que vale não é a intenção?" Na verdade, não podemos, ainda que bem intencionados, aceitar todas e quaisquer influências do mundo. E o clichê em análise, conquanto para muitos seja apenas uma simples questão de semântica, tem levado os jovens à concepção distorcida da verdadeira adoração a Deus, acima de todas as coisas, o que é muito mais que estar apaixonado!

Sei que alguém, ao ler esta abordagem, pode não estar muito apaixonado por este livro e seu autor. Mas espero, sinceramente, que reflita sobre a importância de adorar somente ao Senhor Jesus e segui-lo, abandonando a postura de fã (Lc 9.23). Não adianta nada alguém usar uma camiseta com os dizeres "Apaixonado por Jesus" ou viver cantando "Apaixonado, apaixonado, apaixonado...", se não andar como Jesus andou (1 Jo 2.6)!
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Abandone, pois, essa canoa furada da geração dos apaixonados! Embarque no navio cujos passageiros são os verdadeiros adoradores, que seguem ao Senhor Jesus, que disse: "Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás..." (Mt 4.10).

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"OLHE PARA DENTRO DE VOCÊ"

Pregadores berram esse clichê com naturalidade, e crentes o assimilam, reconhecendo que de fato têm valor... Sabia que essa frase é cem por cento humanista e contrária à Palavra de Deus? No entanto, como as pregações, nos grandes congressos, têm sido, em geral, palestras motivacionais ministradas na base do grito, poucos se apercebem do perigo que há na supervalorização do ser humano.

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Temos algum valor em nós mesmos, à luz da Bíblia? Que é o homem mortal? Em nossa carne não habita bem algum (Rm 7.18). Somos considerados miseráveis, sujeitos a satisfazer os desejos da carne (Rm 7.19-24). O que faz a diferença em nosso pobre vaso de barro? O precioso tesouro que nele está (2 Co 4.7). Por isso, caro leitor, não acredite nesses animadores de auditório! Quanto a você, pregador, lembre-se de que não foi chamado para massagear egos. Não faça massagem; entregue a mensagem! A sua missão — se é que tem compromisso com a Palavra de Deus e com o Deus da Palavra — é falar a verdade (Jo 10.41). Leve o povo a olhar para Jesus, autor e consumador da fé (Hb 12.2), e não a olhar para dentro de si. Nada temos; nada somos. Humilhemo-nos debaixo da potente mão do Senhor, a fim de que Ele nos exalte (1 Pe 5.6; Tg 4.6).
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"LIBERE UMA PALAVRA RHEMA"
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Certo escritor, já falecido — cujas iniciais do seu nome são K.H. —, fez muitos discípulos (e alguns fanáticos) no Brasil, apesar de nunca ter demonstrado amor e fidelidade à Palavra de Deus. Alguém pode até duvidar do que Jesus disse, mas, se criticar as falácias do papai H., prepare-se para os ataques dos triunfalistas de plantão!
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No Brasil, estão entre os fiéis seguidores de K.H. um famoso telemissionário, cantores-ídolos e outros telepregadores. Ah, os animadores de platéia também têm bebido dessas fontes escuras e turvas. Resultado: todos eles mandam o povo liberar uma palavra rhema, pela qual podem pretensamente trazer à existência o que não existe...
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"Isso é uma questão de fé", alguém argumentará. Não obstante, a fé também deve ser controlada pela Palavra de Deus, a nossa regra de fé, de prática e de viver. A origem de uma profecia — profecia mesmo, e não confissão positiva — não é a nossa fé. Afinal, não é a declaração do crente que é viva, eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e sim a Palavra de Deus (Hb 4.12), não é mesmo?
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"PROFETIZE PARA VOCÊ MESMO".

Há algum tempo, participei de uma escola bíblica no Nordeste do Brasil, e lá estava um conhecido pregador de massa. Suas principais características: brincalhão, contador de piadas, cortejador, oferecido, imodesto e sem compromisso com a Palavra de Deus. Quer saber como foi sua pregação? Um festival de gritos, tal qual uma maritaca. Mas o povo vibrou com os seus gracejos.

O que mais me chamou atenção na performance do tal animador foi a frase: "Profetize para você mesmo". Ora, com quem ele aprendeu tamanho absurdo? Qual foi o profeta, nas páginas sagradas, que profetizou para si mesmo? Nem Jesus fez isso! E a regra bíblica de que devem falar apenas dois ou três profetas — e não todos, ao mesmo tempo —, enquanto os outros julgam? Nada vale o que está escrito em 1 Coríntios 14?
Quem julga uma auto-profecia? E se ela tiver origem no coração humano ou provier do Maligno? A Palavra de Deus não diz que o coração é enganoso (Jr 17.9)? Ela não nos alerta quanto aos espíritos enganadores (1 Tm 4.1)? Como, pois, alguém pode mandar os crentes profetizarem para si mesmos? Só mesmo um irresponsável para fazer uma coisa dessa.
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"...Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus" - Mateus 22.29
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(*) Este artigo foi adaptado do livro Mais erros que os pregadores devem evitar, de Ciro Sanches Zibordi, publicado pela CPAD.


Fonte: http://www.genizahvirtual.com/2009/11/perolas-do-pulpito-contemporaneo.html#ixzz27tAdkOfg

sábado, 15 de setembro de 2012

Novo site

Amados Irmãos e Alunos, Deus tem nos dado a Graça de ensinar a sua palavra à todas as classes sociais e formar obreiros aprovados para o ministério.
A partir de hoje 15/09/ estamos inaugurando nosso novo site com muita novidade para os alunos.
Teremos a área do aluno, onde todas as dúvidas serão tiradas, muito material complementar como vídeos e material impresso, não deixem de acessar:
http://fateos.org

Promoção de inauguração:

BACHARELADO EM TEOLOGIA

cursos teologia

Apenas R$189,90Taxa Única
em até 18x
Características Principais:
Curso Teológico Oferecido: Curso Bacharelado em Teologia.
Duração do Curso: Mínimo de 06 meses, máximo 24 meses
Carga Horária: 1900 horas

De R$1.200,00 por apenas R$199,90 

Você ainda recebe inteiramente gratis Material suplementar com:
Ebooks Comentários de Marcos, I e II
Pedro, Romanos e Atos dos Apostolos do Dr. Bob Utley com mais de 300 páginas;
Ebook Hermenêutica do Dr. Lund com 100 páginas;
Manual de exegese bíblica do Novo Testamento com + de 40 páginas
Apostila curso introdutório de Homilética de Herminsten
Apostila Gramática do Grego Koine de Luiz Souza com 138 Páginas.

A Quem Se Destina
Curso de Bacharelado em Teologia: é um curso eclesiástico, direcionado aos pastores, presbíteros, evangelistas, diáconos, líderes de escola bíblica e membros de igrejas evangélicas em geral, que desejam adquirir conhecimento de Deus e de sua palavra para melhor servir ao Senhor.
O curso é realizado totalmente à distância. Desta forma o aluno recebe através de sua conta de e-mail, o endereço para baixar as matérias.
Materiais Do Curso: Os manuais de estudo são todos editados e produzidos pela FATEOS – Faculdade de Teologia Solascriptura
Estudo das Matérias: As matérias são enviadas de uma só vez para o aluno, que após estudar cada uma delas, deve nos fazer a solicitação da prova, instrumento pelo qual será avaliado.
Custo Do Curso: O aluno não paga mensalidade, apenas uma “Única” taxa de matricula. Também, asseguramos que após a conclusão do curso, não cobramos taxa de emissão do certificado.
Documento De Conclusão: Tendo sido aprovado nas matérias deste curso, o aluno estará apto a receber o CERTIFICADO DE BACHAREL EM TEOLOGIA, conforme modelo abaixo:
Matérias:
Divididas em 60 apostilas

Grade Curricular: Bacharel em Teologia 60 matérias
1° período: Básico em Teologia 20 matérias
1) Introdução Bibliográfica
11) Doutrina da Salvação (Soteriologia)
2) Introdução à Teologia
12) Doutrina dos Anjos (Angelologia)
3) Panorama do Novo Testamento
13) Doutrina da Igreja (Eclesiologia)
4) Panorama do Velho Testamento
14) História da Igreja
5) Doutrina do Homem (Antropologia)
15) Seitas e Heresias
6) Doutrina do Espírito Santo (Pneumatologia)
16) Apologética
7) Doutrina de Deus (Teísmo)
17) Escatologia
8) Doutrina do Batismo
18) Hermenêutica
9) Doutrina de Cristo (Cristologia)
19) Evangelismo
10) Doutrina do Pecado (Hamartiologia)
20) Batalha Espiritual
2° período: Médio em Teologia +20 matérias
21) Geografia Bíblica
31) Teologia Pastoral
22) Missiologia
32) Filosofia da Religião
23) História dos Hebreus
33) Os livros Apócrifos
24) Ética Cristã
34) Pentateuco
25) Estudo do Apocalipse
35) Teologia Sistemática
26) Os Evangelhos
36) Ética Pastoral
27) Arqueologia Bíblica
37) Profetas Maiores
28) Personalidade humana e conflitos emocionais
38) Profetas Menores
29) Homilia da Teologia Narrativa
39) Homilética
30) Escola Bíblica
40) Direito Eclesiástico
3° período: Bacharel em Teologia +20 matérias
41) Introdução ao Grego
51) Liderança Cristã
42) Introdução ao Hebraico
52) Epístolas Gerais
43) Comunicação Verbal
53) Doutrinas Bíblicas
44) Liturgia
54) Discipulado
45) Tipologia
55) Livros Poéticos
46) Livros Históricos
56) Os Ministérios
47) Aconselhamento Cristão
57) Teologia do Novo Testamento
48) Trindade
58) Teologia do Velho Testamento
49) O Livro de Atos
59) Bibliologia
50) Paracletologia
60) Exegese Bíblica
61) Estágio Supervisionado62) TCC

Modelo Diploma do Curso Bacharelado em Teologia
diploma

Nossos cursos são cursos livres que tem o respaldo nos pareceres: 1º) 241 de 15/03/99 que trata dos Cursos Superiores de Teologia 2º) 296 de 10/08/99 que regulamenta o aproveitamento de estudos realizados em Seminários Maiores (Faculdades de Teologia) em cursos de licenciatura. O parecer do Conselho pleno de nº 97 de 06/04/99 que trata da Formação de Professores para o Ensino Religioso nas Escolas Públicas de ensino fundamental. No dia 15/03/99 o Conselho Nacional de Educação, aprovou o parecer nº 241/99 que abre jurisprudência para o reconhecimento dos cursos de Teologia.
O Decreto Lei 1051/69 art. 1º valoriza a validação dos estudos “aos portadores de diplomas de cursos realizados em Seminários Maiores, Faculdades Teológicas ou Instituições equivalentes de qualquer confissão religiosa.
O Decreto Lei nº 9394 de 20/12/96 art. 50 (LBD) diz: “As instituições de Educação Superior, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrículas nas disciplinas de seus cursos a alunos não regulares que demonstrarem capacidade de cursá-las com proveito, mediante processo prévio.
A Regulamentação do Ensino à Distância está amparada pelo Decreto nº 5.622 de20/12/05 que regulamenta o Art. 80 da LBD (Lei 9394/96).
Art. 1º - Educação à Distância é uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, representados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação.
Amparo Constitucional: Reconhecido e Auto-Regulamentado pela Lei 1821 de 12/03/1953, e Decreto Lei Nº 34.330 de 21/10/53, Decreto Lei Nº 9.394/96 e 9.475/97 e Pareceres Nº 97/99; 296/99 e 765/99 do Conselho Nacional de Educação e Artigos: 5º,§ 1º, § 8º e 9º e Artigo 210º, § 1º da Constituição Federal
  • Não cobramos mensalidades! o nosso aluno deve apenas efetuar o pagamento da taxa UNICA de matrícula, que corresponde a nossa necessidade de manutenção de nossas instalações e serviços, bem como despesas com pessoal, correios, internet, etc.
  • Não visamos lucro, mas apenas o compartilhamento do conhecimento para crescimento da obra de Deus.
  • Assumimos o compromisso de que, diferente do outros orgãos, não cobramos no final do curso taxa alguma para emissão do certificado ou diploma.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

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